Condução madura de iniciativas críticas, ponta a ponta.
A T-UP entra onde há complexidade, pressão por resultado e falta de responsável claro pela entrega. Não apenas planejamos — conduzimos, coordenamos e respondemos pelo resultado.
O problema que resolvemos
A maioria dos projetos de TI não para por razões técnicas. Para por falta de responsável claro, por escopo que muda sem gestão, por fornecedores sem coordenação ou por desalinhamento entre o que o negócio espera e o que a TI está entregando.
A T-UP entra como o gestor de projeto que não existe internamente — com autoridade técnica, metodologia clara e proximidade real com todas as partes envolvidas: equipe interna, fornecedores, áreas de negócio e diretoria.
Como conduzimos um projeto
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01
Diagnóstico e mapeamento
Antes de qualquer plano, mapeamos o estado real do projeto: escopo atual, pendências, dependências, fornecedores, riscos abertos e decisões que estão travadas. Muitas vezes o primeiro entregável é uma foto honesta do que está acontecendo — algo que o cliente ainda não tem.
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02
Estruturação e plano de ação
Organização do backlog, definição de responsáveis, reorganização de cronograma com marcos realistas, identificação dos riscos críticos e comunicação estruturada com todas as partes. O plano não é burocracia — é o mapa que permite tomar decisões mais rápido.
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03
Condução ativa da execução
Ritos de acompanhamento com frequência definida, gestão de impedimentos, coordenação entre fornecedores, escalada de riscos antes que virem crises e visibilidade executiva permanente. A T-UP não envia relatórios — participa da execução onde necessário.
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04
Homologação e fechamento
Gestão da homologação com usuários-chave, critérios de aceite definidos, resolução de pendências pré-go-live e acompanhamento da estabilização pós-entrega. O projeto só fecha quando o cliente confirma que funciona no mundo real — não apenas nos testes internos.
A figura do gestor: Carlos Eduardo
A gestão de projetos na T-UP é conduzida pessoalmente pelo fundador Carlos Eduardo — profissional com mais de 25 anos de experiência em projetos críticos de TI, com passagens por empresas de médio e grande porte em setores como finanças, varejo, agronegócio e saúde.
Carlos Eduardo não é um coordenador à distância. Em projetos críticos, sua presença é direta — nas reuniões com a diretoria, nas sessões de alinhamento com fornecedores, e nos momentos de decisão técnica que definem o ritmo do projeto.
"Quem propõe o plano é quem responde pela execução. Não existe gestão de projetos séria sem esse compromisso."
O que está incluído
PMO
Escritório de projetos para empresas com múltiplas iniciativas simultâneas sem visibilidade consolidada.
Condução de projetos críticos
Gestão ponta a ponta de projetos de TI com alta complexidade, múltiplos fornecedores ou pressão de prazo.
Squads dedicados
Times multidisciplinares integrados à operação do cliente para execução e sustentação com método.
Coordenação de fornecedores
Gestão ativa de terceiros, dependências e cronograma — quando há múltiplos parceiros sem alinhamento.
Gestão de risco
Identificação e escalada de riscos, com visibilidade executiva e planos de contingência documentados.
Indicadores e ritos
Status semanal, revisão executiva e indicadores de progresso — para que a diretoria saiba sempre onde o projeto está.
Quando chamar a T-UP
Tem um projeto crítico parado ou em risco?
Uma conversa inicial com a nossa liderança costuma ser suficiente para identificar os bloqueios principais e propor um caminho de retomada — sem compromisso de contrato na primeira reunião.
Agendar conversa sobre o projeto